terça-feira, 6 de janeiro de 2015

n° 4

                               Odeio esses teus pedaços de sentimento
                               Que nunca se definem
                               Nunca se angustiam
                               Nunca me odeiam
                               Nunca me amam
                               Que me dão passagem pra ir embora
                               Depois me chamam de volta
                               Como se eu fosse algo mais
                               Que um pedaço de sentimento

Um comentário:

  1. E eu aqui ainda sem entender.

    Sem entender porque, sem entender você. Me viu reclamar?

    Um conjunto de decisões inesperadas e não preparadas, uma conversa sobre ninjas e uns esbarros pelo mundo.
    Pequenos blocos que se transformaram em um lugar. Confortável, amigável mas também instável (pela data e pelos fatos)

    Mas sabe que eu sou um idiota né? Te contei desde o início, e disse porque o sabia.

    Um idiota por tentar, um idiota por acreditar, um idiota por gostar...mesmo sabendo que era instável.

    E mesmo depois da validade...não acabou.

    E assim sem definição, sem início e sem um fim é o que é.

    Vez ou outra, talvez pelo tédio do silencio que é um sono bom esse tal cérebro começa a imaginar.

    Juntando pedacinhos de memórias o filme vem... Um filme em que as leis que regem por aqui não importam muito.

    E naquele filme, que foi citado e não explicado, me trouxe as sensações uma vez já sentidas,

    E na minha volta pra terra das leis pouco restou além de saudade.

    O que? Ou porquê?

    Poderia um simples idiota entender?

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